
A fragilidade do homem frente ao capitalismo é achar que o conhece, quer dizer, achar que conhece o mundo onde vive, enchendo-se loucamente de informações via internet, tv. Quanto mais achamos que conhecemos o externo, para mais longe empurramos o conhecimento de si...conhecimento este que não pode ser adquirido em frente à TV, ou qualquer outro objeto que mova informações disfarçadas de ilusões, cheia de mecanismos subliminares ideológicos.
Quanto mais queremos comprar, menos queremos amar. Porque o amor não pode ser vínculo do TER, amor é doação, sacrifício, é prazer também, mas um prazer de ver no outro uma felicidade que não pode ser encontradas em sorrisos de outdoors.
A FAMÌLIA está imbuída nesse contexto, e os pais querem TER coisas para ajudar os filhos, mas não DOAM tempo ouvindo-os, repassando o que aprenderam com suas próprias experiências. E os filhos vão necessitando de uma referência, e quem está lá para sê-la? A TV? A Internet? Os jornais? Os amigos que também não tem referência de uma família?
O homem será fruto de sua própria alienação, produzindo e repetindo sem reflexão não poderá alcançar a união, o bem-estar, ou quem sabe a felicidade. Mas, não a felicidade das propagandas, outra felicidade que só se encontra nas relações conscientes de si e do mundo, onde se sabe a importância de seu papel dentro da família e da sociedade. O homem que busca isso não acha que o otimismo ou pessimismo é apenas maneira de ver as coisas...ele sabe das dificuldades do mundo e luta para superá-las, porque olha para dentro de si, mas sabe que outros precisarão olhar também!
A FAMÌLIA está imbuída nesse contexto, e os pais querem TER coisas para ajudar os filhos, mas não DOAM tempo ouvindo-os, repassando o que aprenderam com suas próprias experiências. E os filhos vão necessitando de uma referência, e quem está lá para sê-la? A TV? A Internet? Os jornais? Os amigos que também não tem referência de uma família?
O homem será fruto de sua própria alienação, produzindo e repetindo sem reflexão não poderá alcançar a união, o bem-estar, ou quem sabe a felicidade. Mas, não a felicidade das propagandas, outra felicidade que só se encontra nas relações conscientes de si e do mundo, onde se sabe a importância de seu papel dentro da família e da sociedade. O homem que busca isso não acha que o otimismo ou pessimismo é apenas maneira de ver as coisas...ele sabe das dificuldades do mundo e luta para superá-las, porque olha para dentro de si, mas sabe que outros precisarão olhar também!
NOssa Gre parece que vc leu meus pensamentos eu tava pensando e tentando refletir exatamente nisso..Na nossa fragilidade...Nos damos conta da nossa fragil vida quando nos deparamos com a morte..É ela que nos mostra quem somos...Que nos leva a refletir toda a nossa mesquinhez..E é nela que o nosso ser reconhece a existência de um Deus mesmo que conscientemente tentamos negar isso!!!
ResponderExcluirbjs
Realmente é impressionante nossa perda de foco em nós mesmo e nas pessoas q gostamos. Muitas vezes abandonamos coisas q poderiam ser eternas como um "eu te amo" por algumas momentos a mais assistindo algum seriado ou capítulo da novela. E mais impressionante ainda os novos pais q deixam a TV e as escolas educarem seus filhos ao invés deles mesmos formarem pessoas cidadãs e capazes de amar.
ResponderExcluirNão posso falar muito q eu penso hein!!! :P
Rodrigo Tenório