
Quando o efêmero ganha lugar ao que é duradouro
sente-se a ineficácia humana;
sem atingir as profundezas do ser
inócuo
e ingênuo ser
que se deixa levar por prazeres infrutíferos
despedaça os alicerces sublimes da vida
cegando-se para a individuação
inervando-se dentro de conflitos dilacerante
não encontrará sentido,
e o eco repete, repete, repete...
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