
A fragilidade humana espanca a onipotência cega
Sem tirar sangue arranca em essência
pra transformar o duvidoso em sólido caminho
do que não se toca e nem se apega,
mas do que se sente e se vive
alcançando de pedaço em pedaço
faíscas de plenitude!
Dentro do entedimento cego
o homem se perderá para se encontrar!
Guiados entre sonhos e desilusões se fortalece para ir de encontro com a verdade....verdade que não pode ser revelada se sua própria consciência não for capaz de significá-la...verdade que até então seria velada....pela própria escolha.
nossas fragilidades são frutos imperfeitos maculados pelo egoísmo de quem perpetua no sinlêncio de uma consciência que insiste em adormercer nos desejos que aprisioanam o que somos. Parabéns!! muito belo.
ResponderExcluirguardaria, se necessário fosse, as faícas de plenitude e sua consciência daquilo que n tocamos, e cultivaria a verdade como gozo secreto, prazer solitário: sem corporifica-la em conceitos, argumentos ou ritos de passagem - prazer secreto de caminhar descalço numa rua qualquer
ResponderExcluirabraço