sexta-feira, 16 de novembro de 2007

A verdade


A fragilidade humana espanca a onipotência cega
Sem tirar sangue arranca em essência
pra transformar o duvidoso em sólido caminho
do que não se toca e nem se apega,
mas do que se sente e se vive
alcançando de pedaço em pedaço
faíscas de plenitude!
Dentro do entedimento cego
o homem se perderá para se encontrar!
Guiados entre sonhos e desilusões se fortalece para ir de encontro com a verdade....verdade que não pode ser revelada se sua própria consciência não for capaz de significá-la...verdade que até então seria velada....pela própria escolha.

2 comentários:

  1. nossas fragilidades são frutos imperfeitos maculados pelo egoísmo de quem perpetua no sinlêncio de uma consciência que insiste em adormercer nos desejos que aprisioanam o que somos. Parabéns!! muito belo.

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  2. guardaria, se necessário fosse, as faícas de plenitude e sua consciência daquilo que n tocamos, e cultivaria a verdade como gozo secreto, prazer solitário: sem corporifica-la em conceitos, argumentos ou ritos de passagem - prazer secreto de caminhar descalço numa rua qualquer


    abraço

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