
Por onde anda o self enquanto se procura o espelho...
O eu solto e despedaçado
negou-se ao que veio de encontro,
racionalizando-se o sentir, dominado pelo medo;
mas, mal sabia o medo o que lhe esperava.
E o medo foi espiar, e num olhar hipnotizou-se
num oceano verde e penetrante
de realidades raras, de verdades mais claras que a luz,
mergulhadas no que é mais vivo que a alma,
em vibrações mais intensas que o sol,
num inexplicável encontro entre as ondas dos pensamentos
e os fluidos das percepções,
solidificou-se o caminho que não se toca,
permeados pelo sonho;
pois, as gotas de minutos contados se espalham como chuva
ao alcance do ser,
refletindo o âmbito de sabores e cores inimagináveis
capaz de dar forma à palavra, revelando enigmas impensados,
descortinando os olhos do self,fazendo-o enxergar além, pára de andar e voa!
Mergulhos tantos... ao pofundo do que se é, do que se quer. ser. apenas. essas misturas de realidade e sonho, de encantos e impressões do mundo. palavras pra se mergulhar, em ensaios de tornar-se.
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