
Dias impenetráveis
no subsolo do ser
adianta-se luz pelas frestas do pensar
dando esperanças àquelas almas que enxergam além do horizonte
imbuídas de fé
dulcificam a passagem estreita
fazendo solo fértil onde ainda não há chuva
arrancando do self
a verdadeira propriedade
em tijolos espirituais
sem cercas egoísticas
aprendem a construir faíscas de amor
mesmo entre as latejantes dúvidas
e as feridas egoícas
no subsolo do ser
adianta-se luz pelas frestas do pensar
dando esperanças àquelas almas que enxergam além do horizonte
imbuídas de fé
dulcificam a passagem estreita
fazendo solo fértil onde ainda não há chuva
arrancando do self
a verdadeira propriedade
em tijolos espirituais
sem cercas egoísticas
aprendem a construir faíscas de amor
mesmo entre as latejantes dúvidas
e as feridas egoícas
minha cara, gostaria de te ler uma narrativa tua!
ResponderExcluirabraço
Ai que forte gre...bjinhos
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